31.10.06

Silêncio!

É importante e imprescindível. Traduz-se de inúmeras formas, pois tem um significado peculiar em cada situação. Quando usado adequadamente acalma, tranqüiliza a todos; embora algumas vezes isto nem seja de fato percebido devido a não sermos acostumados a valorizá-lo.

Algumas pessoas ansiosas o vêem como angustiante, quando na verdade ele acalma, possibilita momentos de abstração e reflexão, e assim diminui a possibilidade de uma ação inadequada.

Também surge em hora indevida, pois no dia-a-dia temos de ter respostas imediatas à maioria das situações que nos são apresentadas. Usado convenientemente , assim como o som, permite-nos desenvolver a maturação de idéias, a capacidade de sermos seguros, de sustentarmos nossos ideais, pois é em silêncio que refletimos melhor, com mais clareza. É em silêncio que a criatividade surge da melhor forma, ela se manifesta com maior intensidade em ambientes serenos.

Não é por acaso que o silêncio é sagrado na hora em que dormimos, pois precisamos de sossego para descansar de modo apropriado. Muitas pessoas gostam de ir a um lugar onde há paz, silêncio e quietude, tranqüilidade não encontrada adequadamente na correria do dia-a-dia.

Sábia é a pessoa que se cala ao não saber exatamente o que dizer. Podemos evitar falar algo inoportuno se cultivarmos o silêncio. Cultivá-lo permite-nos pensar melhor, traz sabedoria. É em silêncio que demonstramos nossos sentimentos mais profundos, pois não há palavras suficientes para traduzi-los. Pessoas sensíveis, espiritualizadas e artistas o apreciam, reconhecem a sua importância.

A agitação que a cidade proporciona torna difícil apreciarmos o silêncio, pois não somos instruídos para isto. O que é parcialmente estratégico: há um constante bombardeio de falas, propagandas, idéias de outras pessoas e não nos é dado tempo para pensarmos, assim tornamo-nos propensos a aceitar o que nos é mostrado (de forma indireta tentam impor o que aparentemente precisamos). Devemos ter plena consciência de nossa capacidade de discernimento sobre os nossos desejos, quanto ao que é importante para nós; contudo para isto faz-se necessário pensarmos alguns instantes na utilidade real de tudo o que fazemos. Devemos sempre nos perguntar o que é importante para nós e por que. E não vivermos desenfreadamente sem consciência de nada; pois assim caminha-se unicamente para a “mecanização”, robotização e automatização das pessoas, ao abismo da alma...

Países que prezam o silêncio podem parecer extremamente estranhos, mas ao constatar que seus habitantes encontram sabedoria e felicidade é preciso refletirmos em silêncio. Faz-se necessário desmistificar a idéia de que o silêncio é inquietante e/ou desnecessário. Ele é extremamente essencial tanto para o corpo quanto para a psique do ser humano.

Se nos tornarmos hábeis em usar o silêncio poderemos evitar desgastes. Devemos lembrar que as palavras só representam 10% da expressão humana; então é necessário aprender a valorizar o silêncio e a reflexão. Faça um pouco de silêncio e constate os benefícios que ele proporciona...

19.10.06

Companhia?

As pessoas vivem estressadas e sós. Não é justo. Tentam fazer o melhor, gostam de estudar, são honestas com os amigos e aí, adianta? Nada... tudo o que fazem tem que passar por um filtro interno pois é a própria pessoa quem vai sofrer as conseqüências, as pessoas vão embora, sempre vão, ou quase sempre. Convivemos com isto desde pequenos e mesmo compreendendo é difícil.

Diferente de uma pesquisa apontada pelo psiquiatra francês François Lelord, autor de A Viagem de Heitor (livro que ainda não li, mas que me parece muito interessante), a mulher quer se sentir protegida, mas paradoxalmente ao se tornar cada vez mais independente afasta os homens. Creio que é devido aos homens ligarem proteção não somente a atenção e carinho; erro dos homens, na minha humilde opinião. A mesma pesquisa mostra que a maioria das mulheres casadas são justamente as que possuem menor escolaridade. Mas, quem disse que casamento garante a felicidade? E por que uma pessoa nos dias de hoje, com a variedade de opções existentes, tem que ficar insatisfeita profissionalmente? (creio que eu ir ao salão de beleza e ficar de castigo esperando uma amiga me fez até encontrar artigos interessantes em revistas, tudo tem um lado bom, ou quase tudo. Foi lá que li sobre o livro do psiquiatra.).

A pesquisa aponta que a inteligência ou o poder aquisitivo não foram tão votados pelas mulheres quanto a proteção. Bem, dinheiro não é importante, mas inteligência... Imagina! Como a gente desenvolve uma relação com uma pessoa que não tem capacidade de pensar satisfatoriamente? Aliás, uma das ciladas que algumas pessoas costumam criar para si mesmas é se acharem mais burras... É um artifício difícil de ser controlado e que afasta as pessoas que se gostam. Às vezes somos muito exigentes com nós mesmos e é difícil compreendermos que as outras pessoas não tenham o mesmo nível de exigência quanto a nós. Quando eu era pequena eu não era assim: resolvi que não queria ser inteligente, não queria ter a obrigação de tirar notas boas sempre... Tudo que se torna obrigatório é um saco, por mais que a gente goste!

Gostamos, antes de tudo, da liberdade de escolha e desde pequenos manifestamos isto, mas às vezes somos castigados e algumas pessoas tornam-se medrosas. Deveriam temer não serem elas mesmas e sim meros espectros do que desejam as pessoas próximas e as regras sociais as quais estão em contato.

Sinceramente sempre acreditei que devemos fazer o que gostamos, assim como estudar o que gostamos, e sempre foi o que fiz. (ainda bem eu gosto de muitas coisas... - o que, contudo, nem sempre é bom - da biologia ao português, passando pela matemática... mas a história. História? detesto mentiras, caso me apresentassem livros completamente verdadeiros talvez eu tivesse manifestado maior interesse... sem falar da minha completa aversão à guerra, chegando a me causar náuseas tamanha estupidez. Por esta minha aversão a história quase não tive jornalismo como opção considerável, conceito só revisto após me dar conta de que meu desejo de escrever é imenso e eu não ia, por fim, ser obrigada a saber história nem a escrever nada pessoal.

Bem, voltando à pesquisa, então conclui que muitas pessoas não vão casar, nem eu, bem, nunca quis casar e há exceções, costumo sempre ser exceção mesmo... Mas casar como a sociedade acha correto, bem, muitas pessoas nunca pensaram nisso, mas é bom alguém perto, alguém legal, divertido (é fundamental!).
A maioria das pessoas não quer ficar só, me parece que algumas pessoas são, no fundo, muito tristes por escolherem viver sozinhas, o que é lamentável; mas nem sempre conseguimos ajudar. Não desejo isto a ninguém e nem quero para mim, definitivamente, de forma alguma, tenha eu que ir seja lá onde for, eu vou, tenha que fazer qualquer coisa, é só dizer...

É engraçado que enquanto algumas pessoas (mulheres e homens) saem com todo mundo, se importando basicamente com o prazer, algumas pessoas são mais emotivas... cada um é de uma forma, não cabe julgar... cada um encontra a sua felicidade de uma forma, e teimar com a nossa natureza é uma forma de burrice. As pessoas sinceras, por exemplo, não conseguem enganar ninguém, nem desejam, não conseguem fingir que gostam de alguém que não estimam, o rosto as denuncia, por mais que as palavras sejam distintas. Até conseguimos modificar nossa expressão, mas aí temos que pensar como se fossemos atrizes/ atores, pois sabemos exatamente o que desencadeia cada feição. Ninguém quer uma vida de mentiras, eu ao menos sou feliz demais para isso. Mas, confesso, às vezes queria entender melhor estas pessoas.

Se proteção for entendida como amor e cuidado sim, é tudo o que acho que as pessoas merecem e, inclusive, o que desejo; mas jamais suportaríamos a proteção de alguém menos inteligente do que nós, acho, inclusive que isto é natural. Ao menos me parece. Inteligência na minha humilde opinião engloba diversos e variados aspectos, mas a pessoa inteligente tem sensibilidade e sabe cuidar do que possui, valoriza a vida e busca realizar seus objetivos; inclusive quando as pessoas ao redor querem dizer o que é certo. Devemos gostar de todo mundo, como seres humanos; acima de tudo fazermos o bem, cuidarmos das pessoas que estão perto e tentarmos descobrir o que nos realiza.

11.10.06

Vontades....

Vontade de escrever e nem sei o que..

Vontade de viver da melhor forma e nem sei qual é...

Vontade de sonhar, mas sonhos se apresentam independente de nossa vontade.

Vontade de amar, mas já não consigo mais.. o que é realmente isto?

Devemos nos deixar torturar por traumas ou atravessá-los, enfrentá-los?

Vontade tem que ser maior que tudo, mas tem que ter direção...

Vontade surge... nem sempre vai embora, às vezes se disfarça, se esconde, não se admite...

Vontade de ter todos os amigos reunidos e poder rir e conversar à vontade...

Vontade de ter perto quem longe está, embora seja maravilhoso saber que o carinho e o amor superam a distância...

Vontade... somos feitos de vontades, nem sempre planejadas, nem sempre desejadas, mas somos seres humanos e elas se manifestam...

Vontade de jogar tudo para o ar com a consciência leve... (pois com a consciência pesada não interessa...)

Vontade de não se preocupar tanto com a rotina, com as mil e uma coisas que a gente inventa para fazer e depois nos tornamos “escravos” delas...

Vontade de ser livre, de amar, de fazer o melhor... mas isto conseguimos inicialmente em nossos corações...

Vontade tem de ser de dentro... tem que ser autêntica

Vontade de ser igual não faz sentido, somos todos diferentes...

Vontade tem que ser de nos descobrirmos e redescobrirmos sempre... de sermos nós mesmos

Vontade de descobrir-se sempre, de amar-se e a todo o mundo...

Vontade de sempre fazer o melhor para todos... livremente...

Vontade de ter vontade, quando as vontades adormecem...

6.10.06

Controle e acontecimentos, às vezes fatais...

Além do luto, da comoção...

Diante da morte inesperada tudo pára. Reflete-se. Não há como supor ou controlar o imprevisível, como o recente caso do Boeing 737 no Mato Grosso.

O mesmo choque não ocorre quando várias pessoas são mortas diariamente. Claro, tristes eventos que causam comoção marcam, mas o ar blasé impera face a rotina como a violência nos chega diariamente. Concomitantemente chocamo-nos com o terrorismo, com os países em guerra, pois imaginamos que está longe de nossa realidade. O filme Babel, de Alejandro González Iñarritu (diretor dos aclamados 21 Gramas e Amores Brutos), serve de exemplo ao mostrar como o suposto ato de terrorismo atrasa o atendimento da americana Susan (Cate Blanchett) que foi atingida por uma bala em Marrocos. Susan não é atendida imediatamente, pois a embaixada americana supõe que ela foi vítima de terrorismo, quando na verdade foi um incidente.

Quando não estamos diretamente ligados às circunstâncias pesarosas nos sentimos protegidos, como no caso do terrorismo estar distante do nosso cotidiano. Mas quando um avião cai e mata pessoas que estavam apenas seguindo o curso de suas vidas desvela nos como estamos sujeitos aos infortúnios.

No caso da violência urbana, muitas pessoas preferem se isolar em suas casas, pois teoricamente é o local mais seguro. A sensação de medo é exacerbada quando se vê uma casa invadida, como, infelizmente, volta e meia ocorre, ou um tiro que atinge inesperadamente alguém que está dentro de casa descansando. Tomamos a consciência de que somos todos “presas fáceis”.

O que fazer? Lógico, é preciso sempre cuidado, mas jamais esconder-se ou definir nossas atividades em função da violência. Pois temos o direito de ir e vir.

Invejo os raros locais onde a violência urbana praticamente inexiste, onde as pessoas são suficientemente espiritualizadas para não desejarem “ter”, a força, o que não lhes pertence. Um erro jamais justifica outro. Apesar de todas as dificuldades, a maioria das pessoas busca atingir suas expectativas com suor e esforço, pensando, tentando alcançar um objetivo, embora esteja muito além de simplesmente “posses” somos constantemente bombardeados com padrões comportamentais tidos como “únicos corretos” a serem seguidos, atingidos; devemos ser perfeitos, devemos então consumir, seja horas no divã, seja uma roupa ou um livro de auto-ajuda... se fosse um seria interessante, mas somos sempre compelidos a adquirir muitas coisas iguais... ou seja, que pouco diferem, apenas diferindo para o vendedor do produto ou do serviço prestado.

O luto tem diversos estágios e ao vivenciarmos todos eles nos é permitido evoluir, contudo a vida é corrida e poucas vezes temos tempo suficiente para realmente “atravessarmos” todos os estágios. Pois, sim, somos pessoas muitas vezes cansadas, agitadas, atribuladas, mas devemos ter plena consciência de que, apesar de nem sempre termos tudo o que supomos merecer, é nos dado – a cada um de forma distinta – condições para vivermos da melhor maneira que nossa criatividade permitir.

Estamos todos sujeitos a morrer inesperadamente, infelizmente, mas o importante é termos, e fazermos, a melhor vida que conseguimos. Isto inclui não fugirmos dos “bandidos”, quem sabe “questioná-los”. E sempre, sempre, fazermos o que nos faz bem, independente de quanto vamos ganhar em questão de dinheiro, tendo e mantendo em foco a nossa satisfação como pessoa. Devemos nos permitir ser felizes – não morremos ao sermos felizes, quer dizer, a vida não acaba quando atingimos a felicidade – e permitir que todos a nossa volta também sejam; isto significa respeitar as diferenças existentes entre as pessoas. Assim acabam-se guerras e pequenos desentendimentos que as pessoas evocam diariamente. Contudo as discussões saudáveis e respeitosas acarretam um acréscimo, permite que as pessoas evoluam. Não se deve invejar a felicidade dos outros e sim descobrir nossa própria verdade dentro de nós mesmos, assim conclui-se que cada um possui sua própria verdade, (sua forma se ser, posição política, religiosa, etc.) o que está correto, e que deve, acima de tudo, ser respeitada.

30.8.06

Karen traz a divulgação do Evento: FÓRUNS DE CIDADANIA

RIO MULHER / CENTRO DE ARTES CALOUSTE GULBENKIAN
PREFEITURA DO RIO



FÓRUNS DE CIDADANIA
Informações, conquistas e desafios
para a plena Cidadania das mulheres

Educação e gênero: educar para a igualdade

Os fóruns do Rio Mulher, que iniciaram suas atividades em 2002, têm por objetivo esclarecer, debater, desmistificar e desconstruir relações socioculturais de gênero. Os fóruns discutem diversos temas, como saúde, direitos sexuais e reprodutivos, políticas públicas, direitos da mulher, relações de trabalho, raça e etnia, educação, cultura e a dinâmica das relações homens e mulheres; sempre com a participação de especialistas. O ciclo de fóruns do Rio Mulher 2006 ocorrem todas as últimas quintas-feiras do mês às 15h.
Com o tema “Educação e Gênero: educar para a igualdade”, o Rio Mulher dá continuidade aos seus Fóruns de Cidadania 2006 no dia 31 de agosto.

Na sociedade brasileira, as construções sociais e históricas de homens e mulheres estiveram e continuam condicionadas a determinadas “normas e comportamentos”, que se estabelecem a partir de discriminações e preconceitos.
No âmbito privado (doméstico) sempre foram atribuídas funções à mulher, enquanto aos homens sempre foi “reservado” o espaço público (relativo ao trabalho, à autonomia), dificultando qualquer espécie de questionamento contrário a esta divisão patriarcal.
Os novos rearranjos familiares, surgem para questionar estas relações de gênero estabelecidas: com mais espaço para a mulher na divisão das tarefas familiares e no mercado de trabalho, mais mulheres “chefiando” famílias sozinhas, o movimento feminista na década de 70 e a partir destas novas colocações ocorrem mudanças dentro das discussões nas famílias, nos movimentos sociais, nas escolas, nas Instituições Públicas e privadas.
Inserido na socialização escolar, este tema estimula o interesse, suscita novas discussões e abre caminho para novas posturas diante das relações entre homens e mulheres, articulando o binômio escola-família, envolvendo a participação do pai e da mãe nesta dinâmica. A educação, tem papel fundamental na produção e reprodução cultural e social, auxilia neste processo de desconstrução da cultura machista e reconstrução de nova estrutura de papéis de gênero.


Participam as palestrantes:

- Leila Riboura (Supervisora Nacional do Programa Pró-Jovem);
- Sonia Mograbi (Secretária Municipal de Educação); e
- Raquel Borges de Souza (Mestre em Serviço Social pela PUC e pesquisadora do PGGE) - apresentação abordando a importância da incorporação do debate sobre as relações de gênero na formação dos professores do ensino fundamental A dificuldade destes temas é evidente tanto no espaço da escola quanto no da família. Mas a lacuna mais evidente é a percepção das crianças quanto as diferenças entre meninos e meninas no cotidiano. Os parâmetros curriculares nacionais lançados em 2000 apresentaram a possibilidade do tema ser absorvido definitivamente na estrutura das próprias disciplinas e conteúdos programáticos a serem ministrados pelos professores através da “ orientação sexual”. Os Parâmetros, apesar de se configurarem como uma medida avançada no enfrentamento do problema, não conseguiram garantir uma metodologia eficaz no campo das relações de gênero. Dificilmente conseguiu chegar a uma reflexão mais impactante quanto as hierarquias de gênero e suas conseqüências, como a violência doméstica e a desqualificação de mão de obra feminina.
Estas reflexões levaram a elaboração do vídeo educativo, cuja experiência será exposta na mesa. O objetivo principal é debater como a escola e a família estão encaminhando a socialização de crianças de sexos diferentes e como a percepção das hierarquias que se estabelecem entre eles, a partir das diferenças culturais, estão sendo possíveis e quais os mecanismos criados para a superação deste problema. O vídeo propicia a oportunidade para várias pessoas se expressarem de diferentes formas, sobretudo dando voz às crianças. Foi comparado o que o educador, o expert, fala e o que a criança absorve, e como expressa as diferenças entre eles. O resultado foi interessantíssimo, principalmente do ponto de vista das crianças.


PRÒXIMOS FÓRUNS RIO MULHER / 2006:

28/ 09 - Panorama dos direitos sexuais e reprodutivos no cenário brasileiro
26/ 10 - Mulher, política e sua participação em esferas decisórias de poder
30/ 11 - Autores de violência - um desafio a ser enfrentado

Local: Centro de Artes Calouste Gulbenkian
Endereço: Rua Benedito Hipólito, 125 - Praça Onze - Rio de Janeiro
Horário: 15h às 17h
Dia: todas as últimas quintas-feiras do mês



RIO MULHER/ CENTRO DE ARTES CALOUSTE GULBENKIAN
Rua Benedito Hipólito, 125 – Praça Onze
Estacionamento gratuitos
Contato: 2222 -0861 ramal 206 e 205 e 2503-4622
E-mail: rio_mulher@pcrj.rj.gov.br
http://www.rio.rj.gov.br/riomulher/

13.8.06

ENSAIOS 2 M U L T I A R T E

PREFEITURA DO RIO
CENTRO DE ARTES CALOUSTE GULBENKIAN

APRESENTA

ENSAIOS 2 M U L T I A R T E

O Centro de Artes Calouste Gulbenkian / Rio Mulher inaugura no dia 15 DE AGOSTO DE 2006 às 17 horas o evento ENSAIOS MULTIARTE 2 .

O projeto se propõe a mostrar e divulgar os trabalhos realizados nos cursos da instituição, reunindo alunos e professores/ artistas nas atividades de EXPOSIÇÃO, RODA DE ALUNOS, ESPAÇO DEMONSTRATIVO, ARTE EM ESPIRAL, DANÇA, VÍDEO ARTE, MÚSICA, WORKSHOPS E TEATRO.

O projeto visa apresentar trabalhos integrados nas diversas áreas, resultantes de propostas artísticas em formato experimental. Ao promovermos este projeto, estreitamos a participação do nosso corpo docente e discente, além de uma participação mais efetiva na prática reflexiva e integradora, objetivando o resultado qualitativo da arte produzida neste Centro de Artes.

EVENTO / EXPOSIÇÃO : ENSAIOS MULTIARTE 2

Abertura: 15 de Agosto

Período: 16 de Agosto a 28 de Outubro de 2006

Horários: 10 às 19h - segunda à sexta-feira, exceto feriados

Programação Agosto

15 de agosto

17h - Mostra Coletiva de Artes Plásticas e Artesanato

em comemoração aos 50 anos da Fundação Calouste Gulbenkian

Artistas: Vários professores e alunos (as) do Calouste

Local: Espaço Calouste 1, Espaço Calouste 2, Galeria Ismael Nery,

Sala Calouste Gulbenkian

19h - Brechet na Praça Onze - homenagem ao grande dramaturgo Berthold Bracht

Apresentação: Alunos (as) dos Cursos de Teatro do Calouste

Sob a orientação dos professores Mara Soto, Vilma Melo e Carla Martins

Local: Teatro Gonzaguinha

28 de agosto

09h - Croquis / Figura humana / Modelo Vivo
Artista: Leci Falcon

Local: Jardins do Calouste

29 de agosto

18h - “Jogo de Damas”
Apresentação: Companhia de Dança Contemporânea da UFRJ
Sob a orientação da professora Maria Inês Galvão

18h - “ Poética da Água”
Apresentação: Grupo de Dança Calouste Gulbenkian.
Sob a orientação das professoras Maria Lucia Galvão e Vera Lopes
Local: Teatro Gonzaguinha

Entrada franca

Local: CENTRO DE ARTES CALOUSTE GULBENKIAN

Rua Benedito Hipólito, 125 – Praça Onze RJ

Tel.: 2222-0861 / 2221-6213
Email : gulbenkian@pcrj.rj.gov.br

9.8.06

Aprendendo arte!

Quem gosta de arte está sempre criando. O Calouste oferece diversos cursos e oficinas de artes, como o mais novo Núcleo de Moda, Desenho e Pintura, Núcleo Especial (que inclui bijuterias, artesanato em madeira e cerâmica, design de luminárias de bambu, mosaico e pátina), Tecidos e Adereços, Música, Artes Gráficas, Porcelana, Expressão Corporal e Teatro, Artes Decorativas e o Núcleo de Artes Tridimensionais (que incluí laboratórios de arte, escultura, marcenaria básica e completa, jóias – do desenho ao protótipo, jóias em prata, papier maché, expansão criativa).

São mais de 60 cursos e oficinas nos mais variados horários, que são ministrados por excelente professores (as), artistas plásticos formados pelas melhores universidades que possuem uma atenção especial com os alunos (as), que aprendem as técnicas e têm liberdade para desenvolver seus trabalhos de acordo com a criatividade de cada um.

O núcleo de moda, com duração de dois meses, tem como proposta oficinas livres abertas ao público em geral e aos profissionais de moda. Objetiva dar suporte e espaço para a criação. A oficina Estampar e Vestir/ Criação em Camiseta, da artista Lia Bonnet, que também já aconteceu anteriormente, visa produzir peças atuais e de qualidade, bem como desenvolver a percepção, a criação e o estilo próprio. A oficina inclui técnicas mais simples permitindo a produção de grande número de peças – visando aqueles que precisam trabalhar com a produção de um número maior – e outras mais elaboradas, explica Lia Bonnet.

Fazem parte do Núcleo de Moda A Arte Invade a Moda, com Cocco Barçante; Estamparia e Pinte sua Camiseta, com a artista Marré; Pintura à Aquarela para Criação de Estamparias e Colagem na Moda, com a professora Orsinda Gomes. Complementando as estamparias há a oficina A Reciclagem na Moda: Bijuterias, Acessórios e Adereços, ministrada por Maria Luiza Soeiro.

Alguns cursos do Núcleo de Desenho e Pintura são: História em Quadrinhos, onde Antonio Anciães ensina a desenhar, a criar diálogos e a dar os últimos retoques na cor; sendo, portanto, um curso completo. Este é um curso que não se encontra facilmente, muito menos com a qualidade e conhecimento de professores (as).

O curso de Iniciação ao Desenho e suas Técnicas propicia o aprendizado de desenhar através da realização inicial do exercício de criação. Leci Falcon ensina técnicas e processos de composição através do desenho.

O curso de Técnicas e Autocrítica no Desenho e na Pintura, ministrado por Otávio Avancini, estuda o desenho e pintura como meio de realização na esfera da arte. Estimula a criatividade e ensina técnicas de aquarela, carvão, pastel seco, nanquim, grafite, tinta a óleo e tinta acrílica. Estudam textos de arte e visitam exposições em Centros Culturais.

Na Oficina de Criação, do Núcleo de Desenho e Pintura , a artista Marré incentiva a criatividade através da experimentação e utilização das técnicas ensinadas, como pintura e colagem.

A pintura também é desenvolvida pela professora Brasília A. Nagler em Iniciação à Pintura, onde são ensinadas as técnicas básicas para as pinturas. As pessoas com conhecimento de pintura têm a possibilidade de fazer o Ateliê Livre de Pintura e Desenho em Diferentes Técnicas, onde os alunos (as) desenvolvem livremente as técnicas que conhecem e são incentivados e criarem de acordo com suas idéias. O programa do Ateliê Livre de Pintura, com a artista Cristina Argollo, busca desenvolver a expressão individual, estudando os elementos básicos da construção da imagem e as diversas técnicas de pintura com tintas acrílicas associadas a outros

A Oficina de Aquarela sobre Papel, com a artista Orsinda Gomes, desenvolve a percepção, o manuseio do material e os procedimentos técnicos através da utilização de diversas técnicas; analisa aspectos históricos da aquarela e transmite informações sobre materiais. A Oficina de Pintura Acrílica e Colagem, também ministrado por Orsinda Gomes, cria obras contemporâneas colando e usando imagens; também ensinando sobre diversos artistas conhecidos. O curso de Pintura Acrílica e Outros Materiais, com a mesma professora, ensina técnicas da pintura acrílica e de outros materiais, desenvolve a percepção e as estruturas básicas da linguagem plástica e da análise crítica – inclui a confecção de diversos projetos e a preparação de diversas tintas.

Mais informações www.rio.rj.gov.br/calouste e telefone para o Disque Cursos: 222-0861 ramal 217 e 216